Sou formada em Psicologia pela Universidade Braz Cubas desde
2001, e mestre em Psicologia Social pelo Instituto Politécnico
de Leiria, em Portugal. Atuo há mais de 25 anos
na prática clínica, com abordagem psicanalítica — mas utilizo e
gosto muito também da terapia analítica, a linha iniciada por
Jung, que foi colaborador e seguidor de Freud antes de romperem
por divergências nos estudos que fizeram juntos. Também sou
simpatizante do psicodrama, que utilizo inclusive nas sessões
de psicoterapia infantil, onde as crianças externalizam com
muita facilidade suas impressões, emoções e sentimentos.
Meus atendimentos são particulares e acompanham as diferentes
fases da vida — de crianças a idosos —, incluindo atendimento a
casais, de família e orientação para pais e responsáveis.
Nunca soube dizer ao certo por que escolhi a Psicologia — só sei
que sempre gostei de estudar, investigar e entender a mente
humana, que está sempre em transformação. Minha primeira
vontade profissional, ainda jovem, era ser aeromoça; acabei
encontrando na Psicologia essa mesma curiosidade e desejo de
formação profissional, somados a valores que minha família
sempre nos transmitiu: empatia, respeito e solidariedade.
Hoje, amo o trabalho que faço, e cada retorno de pacientes e
alunos renova minha motivação para ajudar as pessoas a
desenvolverem autoconhecimento, se entenderem e se tornarem
mais felizes.
A terapia ajuda, acolhe, desenvolve autoconhecimento, qualidade de
vida e bem-estar. É na terapia que se tem um espaço seguro, um
lugar para se falar sem julgamentos; é onde você desenvolve a
capacidade de entender melhor os próprios sentimentos, pensamentos
e reações — onde você descobre que não precisa carregar tudo
sozinha(o).
“Pedir ajuda não é sinal de fraqueza, mas um ato de coragem e o maior presente que você pode dar a si mesma(o).”
— Aleksandra Brito
Como funciona
Do primeiro contato à sessão
Três passos simples — e nenhuma decisão precisa ser tomada antes da conversa inicial.
1
Você agenda a triagem
Escolhe o formato — presencial ou online — a data e o horário direto no sistema de agendamento.
2
Uma conversa para entender sua situação
A triagem é uma entrevista inicial, ainda não uma sessão de terapia. É onde Aleksandra escuta o que motivou a busca e avalia o caminho mais adequado.
3
Próximos passos definidos
Ao final da triagem já ficam combinados horário, valor da sessão e forma de pagamento — sempre por Pix. A duração de cada sessão está logo abaixo, em "Como é a sessão, na prática".
Como é a sessão, na prática
A conversa é livre — sem roteiro fixo nem lista de perguntas
prontas. Aleksandra escuta com atenção enquanto você fala no
seu tempo, buscando entender o que está por trás do que é
dito.
Os atendimentos costumam acontecer frente a frente, em
poltronas; o divã — deitado, sem contato visual com a
analista — é uma opção, não uma regra, a critério de cada
paciente. As sessões duram de 40 a 50 minutos, podendo
acontecer uma a duas vezes por semana. Não há prazo
pré-definido para o tempo de acompanhamento.
Se isso fizer sentido para você, o próximo passo é uma conversa.
Atendimento clínico voltado à saúde emocional do atleta, para além do rendimento nas competições — manejo de quadros como ansiedade, depressão, síndrome de burnout, fobias e transtornos alimentares comuns sob a pressão da alta performance. Inclui apoio na recuperação de lesões, no medo de errar e no luto por derrotas, e em transições como aposentadoria ou afastamento forçado por contusão. O atleta é considerado como pessoa — história, infância e relações — antes da identidade competitiva. Conduzido por psicóloga especialista em Psicologia do Esporte (Instituto Sedes Sapientae), em enquadre clínico — diferente do treinamento de habilidades mentais durante a prática (foco, liderança, coesão de equipe), que costuma acontecer no próprio campo ou quadra.
02
Crianças40–50 min
Atendimento adaptado à idade, com recursos lúdicos e participação dos responsáveis. Costuma ser procurado diante de mudanças na rotina familiar, dificuldades escolares, medos ou alterações de comportamento.
03
Adolescentes40–50 min
Um espaço próprio para falar sobre identidade, amizades, ansiedade, pressão escolar e conflitos em casa — com sigilo respeitado dentro dos limites previstos para a idade. Formação específica em Psicanálise de Adolescentes.
04
Adultos40–50 min
Psicoterapia para quem atravessa questões como ansiedade, tristeza persistente, luto, autoestima, relações, trabalho ou decisões difíceis.
05
Idosos40–50 min
Acompanhamento para lidar com perdas, aposentadoria, mudanças na autonomia e no papel dentro da família, solidão e adaptação a novas rotinas.
Relações e família
Casal · Família · Educação parental
01
Terapia de casalCerca de 1h30
Atendimento voltado ao relacionamento: comunicação, conflitos que se repetem, confiança, sexualidade e decisões conjuntas — inclusive em fases de transição.
02
Terapia de famíliaCerca de 1h30
Olhar sistêmico sobre os padrões de convivência e comunicação da família — identificando papéis, regras invisíveis e conflitos que se repetem, e como o sofrimento de um integrante pode refletir um desequilíbrio no sistema como um todo. O trabalho medeia conflitos, favorece o diálogo e estimula a empatia entre os membros, fortalecendo os vínculos de afeto e respeito mútuo. Apoio também em momentos de transição, como separação, luto, doenças graves ou a chegada de novos membros — respeitando que cada família tem sua própria história e configuração.
03
Educação parental40–50 min
Orientação para pais e responsáveis sobre limites, rotina, manejo de comportamento e comunicação com os filhos — sem que a criança precise necessariamente ser atendida.
Avaliação psicológica judicial
Enquadre e público próprios — não é psicoterapia
Serviço com público e enquadre próprios, distintos da psicoterapia.
A avaliação psicológica judicial é um trabalho técnico, solicitado
pelo juízo ou pelas partes envolvidas num trâmite judicial, cuja
finalidade é subsidiar uma decisão no processo. Envolve
entrevistas, análise de documentos do caso e, quando indicado,
aplicação de instrumentais psicológicos, e se conclui em um
documento escrito dirigido a quem o solicitou.
O enquadre judicial difere da psicoterapia clínica: não se
estabelece vínculo terapêutico, o número de encontros é definido
pelo objeto da perícia — não pela demanda de quem é avaliado — e
o resultado destina-se ao processo. A função primeira do
atendimento clínico é a psicoterapia — um tratamento psicológico
com demanda e regras próprias; a da Psicologia Jurídica é a
perícia, uma investigação psicológica.
A demanda, na Psicologia Jurídica, não parte — ao menos de
início — de quem é avaliado, mas de um órgão legal: o Poder
Judiciário, o Ministério Público ou outro órgão. Na clínica, a
demanda é do próprio paciente.
Registro
CRP 06/67862
Formação
Especialização em Psicologia Jurídica
Natureza
Não é processo terapêutico
No consultório
Assistência técnica
Atuação como perita assistente contratada por uma das partes: análise de laudos periciais oficiais, elaboração de quesitos e emissão de pareceres técnicos que subsidiem a defesa no processo.
Orientação a advogados e clientes
Esclarecimento das dinâmicas comportamentais e emocionais envolvidas em litígios — disputas de guarda, adoção, danos psíquicos —, traduzindo conceitos psicológicos para a linguagem jurídica.
Análise de documentos
Estudo de prontuários, autos de processo e avaliações psicológicas prévias, para identificar falhas técnicas, inconsistências ou pontos que mereçam contestação.
Mediação e orientação pré-processual
Apoio à compreensão de conflitos familiares ou cíveis, com foco em acordos viáveis.
Por exigência ética, o mesmo profissional não acumula as funções de
psicoterapeuta e de perita ou assistente técnica do mesmo cliente —
a distinção protege o paciente.
Se a sua dúvida não estiver aqui, é só perguntar pelo WhatsApp antes
de agendar.
01Como faço para agendar?
Clique em “Agendar triagem” em qualquer parte do site. Você será direcionado ao sistema de agendamento, onde escolhe o formato — presencial ou online — a data e o horário.
02O que é a triagem?
Como já foi dito em "Como funciona", a triagem é uma entrevista inicial — o que este item complementa é o que acontece dentro dela: Aleksandra avalia o nível de urgência da situação e qual é o caminho mais adequado: seguir em psicoterapia com ela ou, se fizer mais sentido, receber outra indicação.
Na prática, a conversa começa ouvindo o motivo que trouxe a pessoa até ali. Depois, são coletados alguns dados pessoais, histórico de vida e contexto social, para entender melhor o quadro geral. A partir disso, Aleksandra avalia se a demanda está dentro da sua área de atuação e formação — e, ao final da triagem, já ficam definidos os próximos passos: horário e valores de pagamento.
03Quanto custa?
O valor é definido durante a própria triagem, de acordo com a cidade do paciente. Não há tabela fixa de sessão nem pacote fechado — o modelo é proposital, para caber em contextos diferentes.
04Atende convênio ou plano de saúde?
Não. O atendimento é exclusivamente particular.
05Quanto tempo dura a sessão?
Sessões individuais (incluindo educação parental) costumam ocorrer dentro do período de 40 a 50 minutos; sessões de casal, de família e/ou outros grupos acontecem num período aproximado de 1h30 a 1h45. O Conselho Federal de Psicologia (CFP) não fixa um tempo mínimo ou máximo obrigatório por lei, mas determina que o psicólogo defina a duração com base em critérios técnicos, teóricos e éticos da sua abordagem.
06Como funciona o pagamento?
O pagamento é feito através de Chave Pix ou através de cobrança bancária, conforme combinado durante a triagem.
07Atende quem mora fora do Brasil?
Sim. O atendimento online funciona diuturnamente, de acordo com o fuso horário de onde o paciente se encontra. O esquema de agendamento se ajusta aos horários automaticamente.
08As informações compartilhadas são sigilosas?
Sim. O sigilo profissional é garantido pelo Código de Ética Profissional do Psicólogo.
09Como funciona a terapia com crianças?
O atendimento infantil é adaptado à idade, contando com recursos lúdicos, instrumentais adequados para o caso e a participação dos responsáveis e demais envolvidos na rotina da criança (família, escola) durante todo o processo — tanto para entender o contexto quanto para alinhar o tratamento e acompanhamento psicológico.
10Quem participa da terapia de casal ou de família?
Na terapia de casal, ambos os parceiros participam das sessões, podendo ser agendadas sessões individuais ao longo do acompanhamento, de forma pontual, para entender melhor perspectivas individuais ou diminuir tensões.
Na terapia de família, participam os membros envolvidos no conflito apresentado, bem como os demais membros próximos do grupo — nem todos os integrantes precisam estar presentes em todas as sessões. A composição dos presentes pode mudar ao longo do processo terapêutico, conforme fazem sentido novos arranjos para resolver os conflitos. Não é obrigatório que toda a família participe desde o início; muitas vezes, começam apenas aqueles que estão abertos ao diálogo e à mudança.
11Existe algum público que você não atende?
Sim — para dependência química ou dependências comportamentais (como jogos, compras compulsivas, uso excessivo de tecnologia, compulsão por trabalho ou por exercício físico), o caminho mais indicado costuma ser um profissional ou serviço especializado nesse tipo de tratamento.
Dar o primeiro passo pode começar aqui.
A triagem é só uma conversa inicial, sem compromisso — você não
precisa ter tudo resolvido antes de marcar.